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Doidona por ti

Sou apaixonada Sou mãe galinha de 4 lindos pintainhos Adoro Música Adoro ler E gosto de escrever umas coisas e por isso criei este meu cantinho de desabafos!

Doidona por ti

Sou apaixonada Sou mãe galinha de 4 lindos pintainhos Adoro Música Adoro ler E gosto de escrever umas coisas e por isso criei este meu cantinho de desabafos!

Ida á Feira do Livro

Como não podia deixar de ser lá fomos nós á Feira do Livro

Muito calor, muita gente, e muitos livros, o pior é orçamento para a leitura...

Mas ainda assim comprei 6 livros, tudo coisas em conta, todos escolheram um livro, o meu mais novo escolheu um livro de poesia de Alberto Caeiro, perguntamos mas tu gostas, e diz ele são poemas e eu gosto de ler poemas, ora temos um miudo de 9 anos cheio de vontade de ler poesia.

Depois desta passeata e como a fome apertava fomos ao Great American Disaster, que é logo ali e todos gostamos de lá ir, é muito fixe a sensação de estar num filme dos anos 50.

Me entrego a você

 

Me entrego a você
 
 Me leva
por caminhos de amor e prazer
Se inflame na chama do meu corpo
Me sufoca
Me enrosca
De forma natural
se entregue
Me pega
Me laça
Me abraça
Vem me induzir aos seus anseios
e aos meus desejos tão loucos
que aos poucos vão nos consumindo
de tanto amor e prazer
Eu quero seu amor a qualquer preço
Quero que você me tenha por inteiro
Quero seus beijos ardentes
tão doces... tão quentes...
e me embriagar no perfume do seu corpo
para que possamos viajar
nesse amor tão bonito.
(Mário Quintana)
 
Me entreguei já há uns belos anos! Faz hoje anos que demos o nosso 1º beijo e amo-te cada dia mais

Além das Palavras

 

 

ALÉM DAS PALAVRAS

Existem certos momentos
em nossas vidas
que simples palavras,
simplesmente, não poderiam explicar...

Tudo o que eles, realmente,
representam,
nem mesmo palavras bem elaboradas,
escolhidas a dedo,
tal façanha poderiam realizar!

As palavras escritas ou ditas,
apenas, soam dum modo artificial
e não parecem verdadeiras.

Os gestos, por sua vez,
vão bem mais fundo
no seu modo puro d’esclarecer
tais momentos...

Por exemplo?!

Um sorriso nos comunica
a razão do nosso estado d’espírito,
um aceno de mãos o justifica,
e o olhar...

Ah, esse tal d’olhar...

Além de jamais nos deter,
nos enganar,
sempre, sempre nos denuncia...

Ah, a verdade é que
existem certos momentos
em nossas vidas
que simples palavras,
simplesmente, não poderiam explicar.

(Patricia Zago)

RARIDADE D’AMOR

 

RARIDADE D’AMOR

Coisa rara
é viver um grande amor!

Fácil é se apaixonar
a cada novo dia,
a cada virada
(in)voluntária d’esquina!

Agora, viver
uma história bonita,
sincera d’amor?

É coisa rara,
não é coisa d’amador!

Pois, amor,
daquele tipo que dura
toda uma vida...

Exige luta exímia,
exige, sim, muito labor!

Não basta
só um virar d’esquina,
a cada novo dia...

Pra se viver
uma história sincera,
bonita...
Ah, um grande amor!

(Autor desconhecido)

Mãos

Imagem retirada da Internet



MÃOS

Côncavas de ser
Longas de desejo
Frescas de abandono
Consumidas de espanto
Inquietas de tocar e não prender.

Sophia de Mello Breyner Andersen




Não posso...

 Imagem retirada da Internet

 

NÃO POSSO ADIAR O AMOR PARA OUTRO SÉCULO

Não posso adiar o amor para outro século
não posso
ainda que o grito sufoque na garganta
ainda que o ódio estale e crepite e arda
sob as montanhas cinzentas
e montanhas cinzentas

Não posso adiar este abraço
que é uma arma de dois gumes amor e ódio
Não posso adiar
ainda que a noite pese séculos sobre as costas
e a aurora indecisa demore
não posso adiar para outro século a minha vida
nem o meu amor
nem o meu grito de libertação
Não posso adiar o coração.

(António Ramos Rosa)




Mensagem de Amor

 

Antes de amar-te, amor, nada era meu

Vacilei pelas ruas e as coisas:

Nada contava nem tinha nome:

O mundo era do ar que esperava.

E conheci salões cinzentos,

Túneis habitados pela lua,

Hangares cruéis que se despediam,

Perguntas que insistiam na areia.

Tudo estava vazio, morto e mudo,

Caído, abandonado e decaído,

Tudo era inalienavelmente alheio,

Tudo era dos outros e de ninguém,

Até que tua beleza e tua pobreza

De dádivas encheram o outono.

(Pablo Neruda)

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